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Acessórios são elementos de design e de acabamento de um bom look.


Complementar um look com acessórios, sejam eles bolsa, cinto, bijouteria, "informa" a quem vê que houve estratégia no vestir. Este simples ato transmite cuidado consigo mesma, o que faz com que você seja percebida como alguém confiável e organizada. Pode parecer besteira, mas um sapato desgastado pode acabar com as suas chances de um bom emprego ou mesmo de um encontro. Pense na forma como você avaliaria alguém que chega desleixado numa entrevista: você contrataria alguém que não se preparou, minimamente, para estar ali?


A peça correta pode elevar o status da sua produção de todo dia, pode definir intenção na mensagem visual que você transmite, funciona como ponto focal e pode criar uma melhor proporção na sua silhueta.


Os colares longos, assim como os cintos, são excelentes itens para alterar, visualmente, a proporção corporal. Enquanto os primeiros funcionam como um "decote" profundo sobre uma camiseta, dando a impressão de menor volume na parte de cima do corpo, os segundos funcionam como uma segunda cintura, deixando a parte de cima do corpo mais proporcional em relação a de baixo, seja na altura, seja no volume.


Acessórios também funcionam como assinatura de estilo, a sua marca registrada no vestir. Pode ser um modelo específico de calçado, um par de óculos de grau ou mesmo um tipo de bijouteria.





Este é o maior medo de quem quer começar o processo de consultoria de estilo.


A dramatização do closet cleaning (edição do guarda-roupa corrente) feita nos programas de TV é exagerada e sem nenhuma técnica. Sem contar com a falta de educação e de delicadeza com a cliente, que está se abrindo para um processo de autoconhecimento.


Nesta etapa, as peças do armário são avaliadas considerando:


1. Desejo de imagem pretendido: quem é a cliente, como ela quer ser percebida, quais são os adjetivos com os quais ela gostaria de ser identificada


2. Estado geral da peça: rasgos, manchas, qualidade do acabamento e do tecido/material


3. Atemporalidade: é um item de moda passageira ou tem modelagem clássica; faz sentido na rotina atual?


4. Caimento e modelagem em relação ao corpo da cliente: veste bem o corpo de hoje? precisa de ajustes na barra, cavas ou decotes?


A seleção das peças, incluindo bolsas, sapatos, bijuterias e outros acessórios só é realizada com total aval da cliente, bem como o destino das peças retiradas do armário. É ela quem decide para onde vão os itens que não a representam mais.


Para mim, o closet cleaning é a parte mais reveladora do processo de consultoria de estilo, pois é quando a cliente está mais aberta a mostrar o que realmente traz sorriso no rosto e a forma como se relaciona com as roupas.


Gosto de manter e atualizar o máximo de peças possível, para que o trabalho tenha um efeito de longo prazo, ou seja, à medida em que a cliente for treinando o seu olhar para o que cabe no seu corpo e na sua vida, as peças vão sendo substituídas.


O closet cleaning pode ser contratado avulso ou como parte da consultoria de estilo.




A coloração pessoal é um tema muito abordado nas redes sociais: desde a possibilidade de realizar a avaliação online até o esmalte mais adequado para o tom de pele. Por isso, acho importante desmistificar algumas máximas repetidas por aí.


Para mim, o objetivo da consultoria de coloração pessoal é identificar as características da pele que fazem com que a luz reflita de forma favorável no rosto da cliente, fazendo com que sua beleza natural seja valorizada e suavizada.


Sim, é a incidência da luz ambiente que faz com que você pareça abatida ou com mais olheiras quando usa determinado tom e que faz com que as linhas em volta de seus lábios sejam ressaltadas quando o batom está muito escuro.


A avaliação é feita comparando seus tons de pele, olhos e cabelos em relação às características da cor (contraste, temperatura, intensidade e profundidade). São estas informações que munirão a cliente do conhecimento para fazer a melhor escolha de tons de maquiagem e tintura de cabelo, armação de óculos de grau e de sol, brincos e colares e tipos de estampas mais adequadas para serem usadas próximas ao rosto.


Portanto, o que importa é o tom e não a cor; bem como a repetição do contraste pessoal nas roupas e na maquiagem, para que tenhamos aquele ar de saúde e frescor no rosto. Por exemplo, um batom muito claro numa pele muito escura vai fazer com que a pessoa pareça doente; um louro muito dourado numa pessoa de pele rosada, vai deixá-la envelhecida; uma base na temperatura errada vai fazer com que a cliente com o rosto laranja ou acinzentado demais.


E, finalmente, o dossiê, aquele documento entregue ao final do trabalho (nem todas as consultoras entregam) que contem todas as dicas referentes a cartela de coloração pessoal, o guia personalizado de maquiagem, considerando as marcas que a cliente já usa e como coordenar cores nas roupas.

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