O ano que passou foi difícil em inúmeros sentidos...Nos fez repensar a forma de nos relacionarmos, de trabalharmos e de nos enxergarmos.


Fosse pela exposição da própria imagem numa tela fria, 40 horas ou mais por semana ou pelo tempo a mais dentro de casa, cruzando com espelhos e dilemas todos os dias, o fato é que tivemos que ajustar o foco.


Assim como muita gente questionou seus afetos, carreiras e propósitos, eu também questionei os meus. Repensei a minha forma de trabalhar e o conteúdo que ofereço às minhas clientes e aos meus seguidores nas redes sociais.


Por isso, a partir de agora, você me verá mais frequentemente no Instagram e, futuramente, no YouTube, falando de estilo, percepção de imagem e de como tudo isso influencia na nossa autoestima. Com isso, o atendimento de consultoria de estilo passa a ser ainda mais personalizado e mais aprofundado, passando a entregar não somente ferramentas que melhorem o vestir e sim, uma proposta para uma nova perspectiva sobre a nova imagem a ser construída.


Para quem ainda não segue, o Instagram é @gabyberaldo!



2020 foi um ano atípico, difícil e inesquecível! Foram meses de muita resiliência e autoconhecimento e agora, é hora de descansar e fazer um balanço dos últimos 12 meses.


Voltamos em janeiro !


Sempre fui uma pessoa de neutros: preto, branco, marinho, cinza e, principalmente, o "falso neutro" verde oliva.


Com a transição de carreira para a consultoria de imagem e estilo e o aprofundamento nas técnicas de coloração pessoal, achei necessário explorar um pouco mais a minha cartela de cores. Branco e preto não fazem parte dela (este é um outro post) Contudo, este movimento não foi aleatório: houve planejamento. Para que eu me sentisse confortável, saindo aos poucos da minha zona de conforto e que para o investimento em novas peças fizesse sentido na minha vida e no meu guarda-roupa.


Comecei por tons mais claros de azul, minha cor preferida: comecei pelas peças separadas, de baixo: calças, saias e shorts. Depois, segui para os vestidos e, finalmente acessórios: bolsas e sapatos.


Na sequencia, parti para o vermelho. E aí, tive dificuldade: em achar as peças (pela sazonalidade e pelo gosto pessoal) e por não estar acostumada com a cor. Foram dois vestidos, duas camisetas e uma pulseira. Foi tudo o que consegui e foi o suficiente.


Quando as coleções apresentaram os tons de terra, perfeitos e ideais para o meu baixíssimo contraste e meu subtom de pele quente (minha cartela é outono verdadeiro ou puro, dependendo da escola que você segue) Resisti bravamente a aumentar minha coleção imensa de peças verdes e de itens com estampa camuflada e mergulhei de cabeça nos tons terrosos. Pulei o açafrão ou amarelo queimado porque detesto amarelo, em qualquer tom me joguei no caramelo e no terracota. E, veja só todas as peças combinam com àquelas azuis, que comprei 2 anos atrás.


Espero poder continuar aumentando meu arco iris particular com laranjas e outros verdes e, quem sabe, me aventurando nos tons de roxo.