homeoffice

Em tempos difíceis como os que estamos passando agora, com distanciamento social e uma pandemia que assola o mundo, grande parte das pessoas está trabalhando de casa.


Para quem está acostumado com a rotina de reuniões, dresscode e a tarefa de coordenar a agenda com o look do dia, fazer homeoffice parece um sonho: trabalhar de pijama o dia todo, não usar maquiagem ou ficar com a roupa da academia até o fim do dia.


Pode parecer ideal, mas a verdade é que a maneira como você se veste e se porta durante o período que estiver em casa influencia na sua produtividade e até mesmo na sua auto estima!


Você não precisa fazer uma super maquiagem nem calçar saltos ou usar um blazer, porém, é preciso se trocar, arrumar os cabelos e colocar um look completo: vestido, calça e blusa ou o que você quiser, que seja adequado para o seu ambiente de trabalho presencial.


Se você está procurando emprego e tem uma entrevista via internet, isto é ainda mais importante: cuide da sua aparência! Use uma camisa social ou uma blusa mais bonita, num tom que valorize você, faça maquiagem e escova SIM. E, antes do horário marcado, teste a distância entre a cadeira e a câmera e veja como sua imagem será projetada para o entrevistador: cheque a iluminação, o fundo da imagem, as sombras no seu rosto, altura da cadeira e, principalmente o ângulo em que você aparece.


Você tem o hábito de avaliar as peças do seu guarda-roupas com frequencia? Abrir o armário, com tempo e paciência, para descobrir o que está escondido e fazer uma triagem do que não representa você, é uma das etapas da consultoria de estilo pessoal.

Diferentemente do que se mostra na televisão, as peças são avaliadas segundo critérios específicos. Há um estudo de materiais, caimento, estilo, tendência e qualidade/conservação de cada uma delas.

Este processo vai além da preparação para as compras: ele apresenta a personalidade da cliente, a coerência da imagem apresentada até aquele momento e orienta a definição das peças que serão substituídas ou estão faltando.

Em tempos de consumo consciente e momento econômico delicado, não jogamos todas as peças fora. Vamos avaliar se a peça pode ser reformada, consertada ou ressignificada.

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Você já ouviu esta máximas em inúmeras situações. Você passou uma boa imagem para o seu interlocutor ou ACHOU que tinha agradado?

Isto mesmo! Muitas vezes, num primeiro encontro, numa entrevista de emprego ou na reunião de apresentação para um potencial cliente, acreditamos que nossa interação com o interlocutor foi adequada, positiva e eficaz. Mas, por que não acontece o segundo encontro, não passamos no processo seletivo ou não fechamos negócio.

Porque podemos ter uma percepção diferente daquela que passamos. Uma pessoa tímida, por exemplo, pode ser percebida como antipática ou calada demais. Alguém expansivo, de tom de voz alto, pode ser visto como um exibicionista ou até mesmo mal educado.

Trabalhar a imagem e a marca pessoal, observando pares e superiores, entendendo os ambientes, é o primeiro passo para reduzir a margem de erro na primeira impressão. Fazer uma auto-avaliação, se colocando no lugar do outro, ou mesmo pedindo um feedback construtivo de algum amigo, também pode ser uma alternativa.

Você não pode controlar o que pensam de você, mas pode direcionar a impressão que você passa: cuidando da aparência, trabalhando a autoestima e demonstrando coerência entre sua linguagem corporal, tom de voz e uso das palavras.

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