Muitas empresas brasileiras já decretaram home office até o final do ano. Com isso, muita gente, sobretudo quem ainda trabalha em ambientes mais formais, está com dificuldade de traduzir o dresscode da empresa para o ambiente virtual.


Além da aparência física e do ambiente - iluminação, ambiente e o rosto e cabelos organizados e lavados (barba, incluída, a vestimenta continua sendo importante. Você não precisa estar de blazer em casa para parecer profissional, mas também não pode aparecer numa reunião com um cliente ou parceiro de roupa de ginástica ou pijama. Você não faz isso presencialmente, então não deveria fazer virtualmente. Além de ser pouco profissional, é deselegante e desrespeitoso para quem está do outro lado, sem contar que impacta negativamente na reputação da empresa que você trabalha.


Então, qual é a medida certa? Um grau menos formal do que você costuma usar habitualmente. Dá para ficar confortável e apresentável ao mesmo tempo: busque partes de cima com alguma estrutura ou gola, de preferência lisa, para não dar interferência na câmera. Tricôs, moletons "arrumados", peças em malha mais grossa ou vestidos retos vão deixar você adequada e vão "fotografar" bem. Se a peça for decotada, teste a altura da câmera; se você trabalha numa empresa mais formal, evite a regatinha de algodão. E, mesmo que seu ambiente profissional seja informal, não apareça de cabelos molhados. Se você não quer usar o secador, prenda o cabelo.


O mundo está passando por uma transformação 180 graus, da forma como nos relacionamos à maneira como vamos morar no futuro. Nossa relação com o consumo também está se transformando. Estamos revendo conceitos, valores e necessidades. O novo normal prevê uma consciência maior dos métodos de produção, de preços, de distribuição: do tamanho das lojas, pontos de vendas em shoppings e vendas online e, principalmente porque compramos. Precisamos repensar o papel do consumo na nossa felicidade: o quanto necessitamos de determinada peça no nosso armário e o quanto o que entra no guarda-roupa é durável, versátil e adequado a quem somos e como vivemos. Não é parar de comprar e sim, consumir conscientemente. É necessário parar e fazer um mergulho no armário: para encontrar tesouros escondidos, para tirar o que não representa quem você é e, principalmente, para ajudar quem precisa. Doe as peças ou valor que conseguir por elas em venda online; transforme os tecidos fora de moda em material de segurança para hospitais e comunidade vulneráveis. Este exercício vai trazer autoestima, realização e um novo olhar para quem você é e o que representa


É utilizar adequadamente as mídias sociais e app de comunicação, na vida pessoal e profissional. .

Entender o tipo de relação que se mantém com o receptor da informação faz parte da imagem que você cria. Por isso, não custa lembrar: .

1. Respeite horários: restrinja as mensagens profissionais ao horário comercial  e evite mandar mensagens pessoais entre às 23h e às 8h, nao é muito educado da sua parte e pode acordar quem está dormindo ao lado da pessoa. .

2. Não faça spam: crie grupos apenas quando há um assunto a ser discutido. Se o objetivo é a promoção de algum produto ou serviço, faça uma lista de transmissão para não expor os contatos de seus clientes ou crie um email marketing, para que o receptor possa cancelar o recebimento, se desejar. .


3. Entenda o tipo de midia que você está utilizando.  O LinkedIn funciona para networking, então pense no tipo de linguagem e de mensagem que vai passar. .

4. Se o assunto  não é urgente ou demanda envio de documentos, use o email, para que a informação fique registrada e o material possa ser arquivado adequadamente. .


5. Se você precisa fazer uma chamada de vídeo, avise com antecedência para a pessoa se preparar e organizar um espaço adequado para atender você.