O ano começou há quase 7 meses, mas boas ideias precisam de tempo de maturação. Depois de mudar de vida, de cidade, de ideias, mudei também de profissão. Larguei o marketing e transformei minha paixão por moda e estilo em trabalho.

Depois de um ensaio com a DUE Consultoria, saio em vôo solo com a Gaby Beraldo Consultoria de Estilo com tudo novo – de novo. Tem novos serviços, novos clientes e novas formas de interação. O blog cresceu e passa a fazer parte do meu site: gabyberaldo.com.

Para quem quiser acompanhar as dicas, que vão além do que escrevo no blog, tem também o facebook: Gaby Beraldo Consultoria de Estilo. Lá tem novidades sobre o mundo da moda, compras, beleza e outras coisinhas mais.

Para quem não conheceu o blog antigo, o endereço continua no ar : gabyberaldo.wordpress.com



O título deste post parece até ironia, num momento em que o país está a beira de uma recessão econômica e vemos diariamente notícias sobre aumento de inadimplência, retração do consumo etc.

Porém, uma pequena minoria de brasileiros não está cortando gastos. E, talvez, nem saiba o que a palavra significa. São os superricos.

Hoje, o mundo tem 390 milhões de consumidores de luxo. Deste total, 128 mil possuem patrimônio de mais de US$50 milhões, 45 mil possuem mais de US$ 100 milhões enquanto 4.300 pessoas têm patrimônio de mais de US$ 500 milhões, segundo estudo do Credit Suisse.

No Brasil, os números são bem mais modestos mas não menos exorbitantes. Com a alta do dólar, as compras de luxo que eram realizadas em viagens ao exterior, passaram a ser realizadas aqui mesmo no Brasil. Marcas de luxo viram suas previsões trimestrais alcançarem os dois dígitos, enquanto planos de expansão de superbrands como Hermès, Vacheron e Ralph Lauren vão de vento em poupa.

Não acredita? Para a loja nova Ralph Lauren, recém inaugurada no Shopping Cidade Jardim, foram criadas bolsas Ricky feitas em croco, em pink, turquesa e laranja. Uma dessas peças, de R$ 96 mil, por sinal, já estava reservada antes de a loja abrir.

E como atender este cliente cujo lema é "dinheiro não é problema"? Oferecendo experiências únicas e exclusivas. Não estamos falando aqui do prosecco com docinhos no lançamento da coleção e sim, de um atendimento personalizado, que ofereça aquilo que o cliente nem sabe que quer. Um adicional que faça com que o consumidor anseie pela próxima surpresa.

Marcas como Louis Vuitton e Chanel, por exemplo, passaram a realizar desfiles exclusivos em locações paradisíacas para seus maiores compradores. A experiência inclui a viagem, passeios, conhecer o estilista da marca e jantares espetaculares. A American Express, por outro lado, presenteia seus clientes "especiais" com mimos que vão desde convites para semanas de moda até pré-venda de produtos de série limitada.

O luxo hoje é o tempo, a experiência e a sensação de pertencer ao um seleto grupo de felizardos. Transformar esta experiência em faturamento vai muito além do tipo ou valor do produto. É fazer com que o produto esteja inserido num contexto de sonho e de exclusividade. O cliente quer saber que a marca vem até ele para oferecer um produto ou serviço que ele ainda não sabe que deseja, mas que ele tem dinheiro para pagar. Ou apenas, disponibilizar uma informação - por mais trivial que ela seja - mas que poucos tenham acesso.

Vendendo caneta ou bolsa de pele de crocodilo, vai se sair melhor aquele que entender muito bem o perfil de seus clientes e o que para eles é "necessidade, vontade, desejo", como bem disseram Os Titãs.

FONTE: VALOR ECONOMICO E BUSINESS OF FASHION

#mercadodeluxo #compras #hermes #louisvuitton #vacheron #chanel #ralphlauren


De bico fino ou bailarina, a sapatilha deixa aquela roupa do dia-a-dia com um pouco mais de graça. Prática e confortável para quem precisa bater perna por aí ou para quem não quer usar tênis, esse calçado deixa o básico mais elegante.

Como eu tenho mania de sapatilha (tenho quase todas as cores, até de purpurina), resolvi fazer um roteiro de lugares onde comprar bons modelos, para quem tem grana e para quem não tem.

A Sonho dos Pés tem modelos honestíssimos, em cores básicas, por preços inacreditáveis. Comprei uma preta e outra prata, de bico fino, que não deixam nada a dever aos modelos de lojas de marca. A Via Mia, marca que começou na Feira Hype e hoje está em todos os shoppings, também tem sapatilhas de preço bem acessíveis e confortáveis: desde as bailarinas de nobuck aos modelos de elástico com purpurina.A Arezzo e a Shultz têm bailarinas coloridas, de verniz, com preços até R$ 150. Todas com sola de borracha.

Os modelos com sola de couro têm valor um pouco maior, mas são tão lindas e confortáveis quanto as outras e, também são mais duráveis. Dá para encontrar opções com bom custo – benefício na Santa Lolla e na Lutsy Ipanema.

Para quem curte grifes, a Tory Burch vende as famosas sapatilhas com brasão em metal pelo preço dos EUA (considere que o preço pago lá fora inclui taxa estadual e o IOF do cartão de crédito).Quem não tem medo de gastar dinheiro e mora em São Paulo tem a Pretty Ballerina, no JK Iguatemi, a Repetto no Shopping Cidade Jardim e a Tatiana Loureiro e Louboutin, no Iguatemi.

Qualquer que seja seu orçamento, dá para ficar bonita e elegante com um belo sapato. Afinal de contas, Cinderela só pediu um par de sapatos e um vestido e acabou encontrando um belo príncipe.