Se a missão de encontrar aquele vestido de festa que 1) fique bem na silhueta, 2) seja na cor que mais gosta, 3) agrade a noiva e 4) seja adequado ao local e tipo de cerimônia já é complexa, imagine o drama da madrinha que está grávida?

Para começar, busque vestidos de tecidos fluidos e leves, que se moldem ao corpo e tenham um caimento mais suave no busto e na barriga.

O corte é o segundo ponto a ser avaliado. O modelo império, que tem como característica o corte logo abaixo do busto e o restante da peça mais soltinho é o mais democrático. Serve tanto para aquelas que ainda estão no começo da gravidez quanto às que já estão na reta final ou estão mais inchadas. É uma opção confortável, atemporal, clássica, elegante e pode ter inúmeras variações de alças ou decotes

Para as grávidas que só "têm barriga", tipo Blake Lively (foto), Kate Middleton, Fernanda Lima, os modelos coluna, em tecidos maleavéis são boas opções, pois acomodam bem as mudanças do corpo, deixando a mulher sexy e muito moderna.

A cor também desempenha um papel importante na escolha do vestido para a madrinha grávida. Dê preferência às cores sólidas ou a estampas pequenas e mais delicadas, para não aumentar o volume do corpo. Não precisa usar somente o preto, abuse das cores nos tons de joia (azul safira, vermelho rubi, verde esmeralda, roxo ametista) e faça uma maquiagem incrível. Batom vermelho pode sim, se for o seu estilo.

Para alongar mais a silhueta e deixar o visual mais longilíneo, os vestidos compridos são os mais indicados.

E os sapatos também são importantes. Escolha um modelo com salto mais grosso e meia pata, para melhor equilíbrio e sustentação.

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O ano começou há quase 7 meses, mas boas ideias precisam de tempo de maturação. Depois de mudar de vida, de cidade, de ideias, mudei também de profissão. Larguei o marketing e transformei minha paixão por moda e estilo em trabalho.

Depois de um ensaio com a DUE Consultoria, saio em vôo solo com a Gaby Beraldo Consultoria de Estilo com tudo novo – de novo. Tem novos serviços, novos clientes e novas formas de interação. O blog cresceu e passa a fazer parte do meu site: gabyberaldo.com.

Para quem quiser acompanhar as dicas, que vão além do que escrevo no blog, tem também o facebook: Gaby Beraldo Consultoria de Estilo. Lá tem novidades sobre o mundo da moda, compras, beleza e outras coisinhas mais.

Para quem não conheceu o blog antigo, o endereço continua no ar : gabyberaldo.wordpress.com



O título deste post parece até ironia, num momento em que o país está a beira de uma recessão econômica e vemos diariamente notícias sobre aumento de inadimplência, retração do consumo etc.

Porém, uma pequena minoria de brasileiros não está cortando gastos. E, talvez, nem saiba o que a palavra significa. São os superricos.

Hoje, o mundo tem 390 milhões de consumidores de luxo. Deste total, 128 mil possuem patrimônio de mais de US$50 milhões, 45 mil possuem mais de US$ 100 milhões enquanto 4.300 pessoas têm patrimônio de mais de US$ 500 milhões, segundo estudo do Credit Suisse.

No Brasil, os números são bem mais modestos mas não menos exorbitantes. Com a alta do dólar, as compras de luxo que eram realizadas em viagens ao exterior, passaram a ser realizadas aqui mesmo no Brasil. Marcas de luxo viram suas previsões trimestrais alcançarem os dois dígitos, enquanto planos de expansão de superbrands como Hermès, Vacheron e Ralph Lauren vão de vento em poupa.

Não acredita? Para a loja nova Ralph Lauren, recém inaugurada no Shopping Cidade Jardim, foram criadas bolsas Ricky feitas em croco, em pink, turquesa e laranja. Uma dessas peças, de R$ 96 mil, por sinal, já estava reservada antes de a loja abrir.

E como atender este cliente cujo lema é "dinheiro não é problema"? Oferecendo experiências únicas e exclusivas. Não estamos falando aqui do prosecco com docinhos no lançamento da coleção e sim, de um atendimento personalizado, que ofereça aquilo que o cliente nem sabe que quer. Um adicional que faça com que o consumidor anseie pela próxima surpresa.

Marcas como Louis Vuitton e Chanel, por exemplo, passaram a realizar desfiles exclusivos em locações paradisíacas para seus maiores compradores. A experiência inclui a viagem, passeios, conhecer o estilista da marca e jantares espetaculares. A American Express, por outro lado, presenteia seus clientes "especiais" com mimos que vão desde convites para semanas de moda até pré-venda de produtos de série limitada.

O luxo hoje é o tempo, a experiência e a sensação de pertencer ao um seleto grupo de felizardos. Transformar esta experiência em faturamento vai muito além do tipo ou valor do produto. É fazer com que o produto esteja inserido num contexto de sonho e de exclusividade. O cliente quer saber que a marca vem até ele para oferecer um produto ou serviço que ele ainda não sabe que deseja, mas que ele tem dinheiro para pagar. Ou apenas, disponibilizar uma informação - por mais trivial que ela seja - mas que poucos tenham acesso.

Vendendo caneta ou bolsa de pele de crocodilo, vai se sair melhor aquele que entender muito bem o perfil de seus clientes e o que para eles é "necessidade, vontade, desejo", como bem disseram Os Titãs.

FONTE: VALOR ECONOMICO E BUSINESS OF FASHION

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