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  • Gaby Beraldo

O dresscode não morreu


Estamos acompanhando uma onda de flexibilização nos códigos de vestimenta das empresas. Escritórios de advocacia e bancos, sejam eles de varejo ou de investimento, têm deixado de lado o dresscode formal por vestimentas mais casuais. Hoje, já é possível encontrar sócios de grandes firmas de direito sem gravata e até sem paletó e instituições financeiras, como o Itau, deixando o funcionário livre para vestir o que quiser.

A “derrocada” do dresscode formal criou uma nova questão de adequação e funcionalidade dos guarda-roupas de trabalho. Ficou mais complexo vestir-se pela manhã, pois as possibilidades são maiores. A roupa deixou de ser apenas uma necessidade básica (vestir o corpo) e se tornou-se um elemento da marca pessoal, uma peça importante na forma como o profissional se relaciona, se comunica e interage com pares, clientes e colegas.

Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Thrive Global, a flexibilização do dresscode criou um novo nicho de mercado, o de serviço de curadoria de roupas para trabalhar, ou seja, um trabalho de personal stylist focado no mercado corporativo.

Este movimento mostra que é cada dia maior a preocupação com a imagem profissional e a adequação do estilo pessoal à mensagem que o profissional pretende passar no ambiente de trabalho. A máxima “vista-se para o cargo que deseja, não para o que já tem” nunca foi tão verdadeira.

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