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  • Gaby Beraldo

Dresscode da pandemia


Muitas empresas brasileiras já decretaram home office até o final do ano. Com isso, muita gente, sobretudo quem ainda trabalha em ambientes mais formais, está com dificuldade de traduzir o dresscode da empresa para o ambiente virtual.


Além da aparência física e do ambiente - iluminação, ambiente e o rosto e cabelos organizados e lavados (barba, incluída, a vestimenta continua sendo importante. Você não precisa estar de blazer em casa para parecer profissional, mas também não pode aparecer numa reunião com um cliente ou parceiro de roupa de ginástica ou pijama. Você não faz isso presencialmente, então não deveria fazer virtualmente. Além de ser pouco profissional, é deselegante e desrespeitoso para quem está do outro lado, sem contar que impacta negativamente na reputação da empresa que você trabalha.


Então, qual é a medida certa? Um grau menos formal do que você costuma usar habitualmente. Dá para ficar confortável e apresentável ao mesmo tempo: busque partes de cima com alguma estrutura ou gola, de preferência lisa, para não dar interferência na câmera. Tricôs, moletons "arrumados", peças em malha mais grossa ou vestidos retos vão deixar você adequada e vão "fotografar" bem. Se a peça for decotada, teste a altura da câmera; se você trabalha numa empresa mais formal, evite a regatinha de algodão. E, mesmo que seu ambiente profissional seja informal, não apareça de cabelos molhados. Se você não quer usar o secador, prenda o cabelo.

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