2020 foi um ano atípico, difícil e inesquecível! Foram meses de muita resiliência e autoconhecimento e agora, é hora de descansar e fazer um balanço dos últimos 12 meses.


Voltamos em janeiro !


Sempre fui uma pessoa de neutros: preto, branco, marinho, cinza e, principalmente, o "falso neutro" verde oliva.


Com a transição de carreira para a consultoria de imagem e estilo e o aprofundamento nas técnicas de coloração pessoal, achei necessário explorar um pouco mais a minha cartela de cores. Branco e preto não fazem parte dela (este é um outro post) Contudo, este movimento não foi aleatório: houve planejamento. Para que eu me sentisse confortável, saindo aos poucos da minha zona de conforto e que para o investimento em novas peças fizesse sentido na minha vida e no meu guarda-roupa.


Comecei por tons mais claros de azul, minha cor preferida: comecei pelas peças separadas, de baixo: calças, saias e shorts. Depois, segui para os vestidos e, finalmente acessórios: bolsas e sapatos.


Na sequencia, parti para o vermelho. E aí, tive dificuldade: em achar as peças (pela sazonalidade e pelo gosto pessoal) e por não estar acostumada com a cor. Foram dois vestidos, duas camisetas e uma pulseira. Foi tudo o que consegui e foi o suficiente.


Quando as coleções apresentaram os tons de terra, perfeitos e ideais para o meu baixíssimo contraste e meu subtom de pele quente (minha cartela é outono verdadeiro ou puro, dependendo da escola que você segue) Resisti bravamente a aumentar minha coleção imensa de peças verdes e de itens com estampa camuflada e mergulhei de cabeça nos tons terrosos. Pulei o açafrão ou amarelo queimado porque detesto amarelo, em qualquer tom me joguei no caramelo e no terracota. E, veja só todas as peças combinam com àquelas azuis, que comprei 2 anos atrás.


Espero poder continuar aumentando meu arco iris particular com laranjas e outros verdes e, quem sabe, me aventurando nos tons de roxo.



O serviço de personal shopping é uma parte importante da consultoria de imagem e estilo mas é um trabalho que vai além da imagem pessoal.


Literalmente, significa compras personalizadas. Ou seja, qualquer compra que seja feita realizada por um profissional especializado, que entenda as necessidades do cliente - seja este homem ou mulher.


O personal shopping pode ser realizado em datas específicas: Natal, Dia dos Namorados, Dia das Mães, para a compra mais assertiva de presentes ou looks e pode ser feito também para a casa.


Em todos os casos, o cliente passa um briefing, que determina a sua necessidade (pode ser uma peça de roupa ou uma lista de presentes), quanto quer gastar e especifica o estilo da pessoa que vai receber ou a mensagem que quer transmitir e um orçamento.


O cliente pode ou não acompanhar a consultora nas compras. Com a presença do cliente, ele mesmo faz o pagamento das compras. Caso a consultora vá sozinha, o orçamento previsto é entregue em espécie ou transferência bancária. O cliente recebe em casa suas compras embaladas e etiquetadas, acompanhadas das notas fiscais e eventual sobra de orçamento.