Nossa nova realidade tem restringido saídas e deixado o consumo de moda em segundo plano. Com isso, as marcas têm oferecido descontos e modalides mais flexíveis de pagamento para não perder as coleções.


Se você tem uma lista de itens que precisa substituir e um orçamento confortável, é possível aproveitar as promoções e atualizar o guarda-roupas sem sair de casa. Para não errar ou não se arrepender, aí vão algumas dicas:


1 escolha marcas que já conhece 


2 Avalie se a peça combina com o que você ja tem


3 pesquise o preço em vários sites, incluindo na seção OFF


4 Use o provador virtual e o guia de tamanhos


5 leia a tabela de composição do material


6 avalie se os cuidados com a peça cabem na sua rotina


7 entenda a política de troca e devoluções


8 cheque canais de atendimento ao cliente


9 Analise prazos e modalidades de entrega


10 Deixe a compra no carrinho 1 ou 2 dias, para entender se você precisa ou está comprando por impulso


Muitas empresas brasileiras já decretaram home office até o final do ano. Com isso, muita gente, sobretudo quem ainda trabalha em ambientes mais formais, está com dificuldade de traduzir o dresscode da empresa para o ambiente virtual.


Além da aparência física e do ambiente - iluminação, ambiente e o rosto e cabelos organizados e lavados (barba, incluída, a vestimenta continua sendo importante. Você não precisa estar de blazer em casa para parecer profissional, mas também não pode aparecer numa reunião com um cliente ou parceiro de roupa de ginástica ou pijama. Você não faz isso presencialmente, então não deveria fazer virtualmente. Além de ser pouco profissional, é deselegante e desrespeitoso para quem está do outro lado, sem contar que impacta negativamente na reputação da empresa que você trabalha.


Então, qual é a medida certa? Um grau menos formal do que você costuma usar habitualmente. Dá para ficar confortável e apresentável ao mesmo tempo: busque partes de cima com alguma estrutura ou gola, de preferência lisa, para não dar interferência na câmera. Tricôs, moletons "arrumados", peças em malha mais grossa ou vestidos retos vão deixar você adequada e vão "fotografar" bem. Se a peça for decotada, teste a altura da câmera; se você trabalha numa empresa mais formal, evite a regatinha de algodão. E, mesmo que seu ambiente profissional seja informal, não apareça de cabelos molhados. Se você não quer usar o secador, prenda o cabelo.


O teste de coloração pessoal - ou análise cromática - é o estudo que avalia o impacto das cores no rosto das pessoas, considerando tons naturais de pele, cabelo e olhos.


São analisadas: temperatura, intensidade e profundidade dos tons de pele para determinar em qual das 12 categorias de coloração pessoal a cliente se encaixa. Cada uma das categorias apresenta tons específicos que valorizam, rejuvenescem e disfarçam marcas e manchas da pele.


Porém, existem tons cujas características são equilibradas: não são nem quentes, nem frias, nem suaves, nem intensas, nem claras, nem escuras. Ou seja, possuem a mesma quantidade de amarelo e azul na sua composição.


Na foto, você encontra os 10 tons mais democráticos para usar junto ao rosto. São nuances de cinza, vermelho, rosa, verde e azul.


Outra alternativa, que também atende a todos os tipos de pele e ainda pode ser usado para estabelecer credibilidade e seriedade no ambiente de trabalho é o azul marinho.