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  • Gaby Beraldo

Uma imagem vale mais do que 1000 palavras


Segundo Lynne Franklin, presidente do Ted Talk Illinois, as pessoas são divididas em observadores, ouvintes e tácteis. Os observadores, 75% da população, são aqueles com memória visual, que falam olhando no olho e que buscam referências físicas ou estéticas para pensamentos, ideias e mensagens.


Isto significa que, se a aparência não estiver de acordo com o que se diz, o cérebro da outra pessoa registra a imagem e não a palavra, pois o órgão foi condicionado a não absorver informações conflitantes e a economizar energia.


Logo, a imagem - ou o "retrato" que ele vê naquele momento, passa a ser o registro que ele tem de quem está falando.


Uma roupa que não tem a ver com quem somos nos dá uma sensação de estranhamento, nos faz sentir desconfortáveis, fantasiadas, mesmo que não haja nada de errado com a peça.


Quando, sim, há uma questão de conforto, caimento ou adequação, o desconforto tira o foco, a produtividade e transmite a sensação de insegurança para os outros.


O gestual também tem efeito sobre o subconsciente do interlocutor: a forma como alguém se põe de pé, o movimento das mãos durante a fala e expressões faciais também imprimem registros visuais no cérebro das outras pessoas.

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